Ontem dei preju para meu patrão. De forma delicada e intensa, espatifei um de seus copos. Nem eu sei como isso aconteceu. Estava ao telefone, prestes a digitar o número a ser chamado. Ao perceber que faria ligação errada, fiz o movimento para desligar o aparelho – movimento que já realizei várias vezes sem perigo à sociedade. Mas não foi o que aconteceu ontem. O copo estava bem no meio do caminho e sofreu as conseqüências.
Como boa supersticiosa que digo não ser, fui logo para internet pesquisar o significado de quebrar um copo. Se significasse qualquer coisa ruim, claro que eu não iria acreditar. Mas é SORTE. Quebrar um copo dá sorte. E eu acredito piamente nisso. Havia uma ressalva: espatifar nas mãos ou pisar nos pedaços do copo é azar. Aí, e eu te pergunto, por que será, né?! No meu caso, coisas boas virão! SORTE!!!!
quinta-feira, 14 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Bites e megabites
Ela diz que tá afim e ele também. Se conhecem, mas nunca se pegaram e a revelação de desejo recíproco se deu virtualmente – por iniciativa dela, mas com total resposta positiva dele. Entretanto, após essa catarse emocional nunca mais se viram. Moram em cidades diferentes. Nem um nem outro arruma tempo para uma visitinha. Ou não arrumam ou não querem arrumar. A questão é que, depois de certo tempo, a punhetagem virtual cansa. Fica o blá blá blá do “te quiero”, “te desejo” e zzzz cada um continua dormindo na sua cama sem a menor perspectiva de se encontrarem. O botão do foda-se está em nível médio. Quando chegar no alto vai logo tacando um vírus e detonando o computador alheio. Em contrapartida faz bem pro ego.
Eu prefiro o mundo de carne e osso.
Eu prefiro o mundo de carne e osso.
sábado, 9 de maio de 2009
Cavalismo
Desde que me entendo por gente tenho a sensação de que nasci na época errada. Sempre gostei de músicas, filmes e derivados da época da minha mãe pra trás. Mas uma das coisas que mais sinto falta hoje em dia é de cavaleirismo. Onde foi parar toda aquela gentileza com que os homens tratavam as mulheres? Eu não sei. Em seu lugar está o cavalismo, a forma estúpida e descartável com que os homens nos tratam. Não é regra absoluta, mas suas exceções estão cada vez mais escassas.
E aí, você escuta ou presencia as maiores barbaridades. Seria isso fruto da guerra dos sexos e vontade da mulher ocupar seu lugar? Ora, meninos, não confundam alhos com bugalhos. Apesar da cara de duronas, somos moles, emocionais e adoramos uma gentileza. Think about it.
E aí, você escuta ou presencia as maiores barbaridades. Seria isso fruto da guerra dos sexos e vontade da mulher ocupar seu lugar? Ora, meninos, não confundam alhos com bugalhos. Apesar da cara de duronas, somos moles, emocionais e adoramos uma gentileza. Think about it.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A melhor coisa do mundo
Tem algo melhor em saber que alguém gosta da gente? Demonstrações de carinho, amizade, companheirismo... um “oi, como você ta?” inesperados causam uma ótima sensação. Gente que você nem imagina que pense em você de repente manda um recado pedindo notícias. Sem falar naqueles que estão conosco todos os dias, agüentando nossas lamúrias, choros e dando força o tempo todo. Dizendo que tudo vai ficar bem, é só uma fase. Às vezes, a gente nem dá bola, mas fica feliz em saber que eles estão na torcida por nós. Oh, coisa boa receber esse carinho.
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